Castelo Branco: Candidato Presidencial Francisco Lopes visita hoje o distrito

O candidato Francisco Lopes visita esta sexta-feira o distrito de Castelo Branco. A visita começa cerca das 13 horas junto ao mercado municipal de Castelo Branco e termina com um jantar de apoiantes na cidade da Covilhã. Durante a visita o candidato terá a seu lado  António Fernandes Matos, um dos seus 5 mandatários de campanha.

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  • Publicado: 2010-11-05 22:58
  • Por: Cristina Valente

O candidato Francisco Lopes visita esta sexta-feira o distrito de Castelo Branco. A visita começa cerca das 13 horas junto ao mercado municipal de Castelo Branco e termina com um jantar de apoiantes na cidade da Covilhã.

Durante a visita o candidato terá a seu lado  António Fernandes Matos, um dos seus 5 mandatários de campanha.

O mandatário foi apresentado em Castelo Branco na semana passada. Para António Fernandes Matos o convite representou uma honra mas também um desafio “tive desde logo a noção de que teria pela frente um enorme e importante desafio pessoal e politico; contribuir para a eleição de Francisco Lopes”.

Para o mandatário o distrito à semelhança do país tem vindo a “diminuir a sua capacidade produtiva, a aumentar o desemprego, a sofrer uma galopante emigração e consequentemente uma rarefacção e envelhecimento da população” António Fernandes Matos acrescenta que “a contracção do investimento privado e público de que o Piddac é apenas um exemplo, os baixos salários, a desgaste da poupança e a diminuição do nível de vida exigem outro presidente” e António Fernandes Matos considera que Francisco Lopes “dá garantias de que, no cumprimento escrupuloso da Constituição, será um presidente da mudança”.

Docente de profissão, o mandatário lembrou que o distrito tem duas instituições de ensino superior que além do emprego directo e indirecto que geram são essenciais para a formação de quadros qualificados e produção de conhecimento “contudo, o insuficiente apoio do governo conduz a uma subutilização dos seus equipamentos, isola pessoal docente e investigadores criando entraves à cooperação entre as duas instituições e entre elas e as suas congéneres nacionais e estrangeiras”.

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