Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Festival de Música da Beira Interior decorre este ano em três localidades dos distritos de Castelo Branco e de Santarém, com o envolvimento de oito escolas de música das regiões atravessadas pela A23, a autoestrada da Beira Interior.
O Festival de Música da Beira Interior decorre este ano em três localidades dos distritos de Castelo Branco e de Santarém, com o envolvimento de oito escolas de música das regiões atravessadas pela A23, a autoestrada da Beira Interior.
O festival começa a 13 de abril no Centro Cultural de Mação, prossegue em Vila Velha de Ródão a 11 de maio e termina na Covilhã a 08 de junho.
A Associação Cultural da Beira Interior abre o festival com o seu Grupo de Percussão da Beira Interior, que apresenta a Suite Espanhola composta pelo maestro Luís Cipriano, que acrescenta instrumentos tradicionais daquele país como o cajón ou as castanholas.
"O objetivo é tentar motivar os mais novos para perceberem que com aqueles instrumentos é possível fazer música", refere Luís Cipriano.
A associação regressa a Mação, onde apresentou o seu 13.º disco, dedicado à música latino-americana.
Na mesma noite atua o Conservatório Regional da Covilhã, que apresenta a obra Mass of the Children, do compositor britânico John Rutter. Em palco, vai estar um coro de 50 crianças dirigido pelo maestro João Pedro Delgado.
Rogério Peixinho, o diretor pedagógico do Conservatório Regional da Covilhã, considera o festival "muito importante para a participação das crianças em apresentações profissionais".
O festival continua a 11 de maio na Casa de Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão, com os concertos da Escola Profissional de Artes da Beira Interior e do Conservatório de Música São José da Guarda.
Encerra a 08 de junho, no auditório da Faculdade de Medicina da Covilhã, com os concertos da Academia de Música e Dança do Fundão e do Conservatório Regional de Castelo Branco.
O festival vai na oitava edição e é para continuar, garantiu o diretor geral da Scutvias, a empresa concessionária da autoestrada da Beira Interior.
"Implica algum investimento, mas há oito anos que o fazemos e isto é uma matéria que nunca esteve em causa na empresa", afirmou Pinho Martins.
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