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Região 21 de março de 2013

Idanha-a-Nova: Acordão de julgamento de homicídio de presidente de Junta de Segura é hoje proferido

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O Tribunal da Idanha-a-Nova profere hoje o acórdão relativo ao processo que envolve um empreiteiro acusado do homicídio da presidente da Junta de Segura e do marido, a 12 de junho de 2012.

 

O Tribunal da Idanha-a-Nova profere hoje o acórdão relativo ao processo que envolve um empreiteiro acusado do homicídio da presidente da Junta de Segura e do marido, a 12 de junho de 2012.

Nas alegações finais, na terça-feira, a defesa do empreiteiro pediu que o arguido seja condenado por dois tipos de homicídio mais leves do que aqueles de que é acusado.

O caso teve origem em desavenças relacionadas com o despejo de resíduos.

José Torres responde por dois crimes de homicídio qualificado, mas, nas alegações finais, o advogado de defesa classificou o homicídio de Lurdes Sobreiro como homicídio privilegiado.

A morte do marido, José Ramos, foi classificada como homicídio simples.

Para a defesa, nada mais ficou provado para além de duas mortes, com dois tiros de caçadeira, que justifique a qualificação dos crimes.

Opinião distinta tem o Procurador do Ministério Público, que pediu uma pena de 23 ou 24 anos de prisão, e o advogado assistente, que pediu pena máxima - 25 anos de prisão.

Rejeitam a ideia do defensor, de que "emoção forte" e "desespero" moveram o arguido.

Sustentam que ficou provado tratar-se ambos os crimes de homicídio qualificado, com a devida premeditação e motivos, praticados num espaço de poucos minutos, na manhã de 12 de junho de 2012, nas instalações da Junta de Freguesia de Segura.

José Torres está em prisão preventiva em Castelo Branco, completa 63 anos a 17 de abril, é casado e natural de Colares, Sintra, residindo em Segura há 40 anos.

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