Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Conforlimpa requereu hoje a insolvência, com pedido de recuperação do grupo, para travar o "iminente despedimento" de 7230 trabalhadores, que não receberam o ordenado de fevereiro, segundo uma nota enviada à agência Lusa pela empresa.
A Conforlimpa requereu hoje a insolvência, com pedido de recuperação do grupo, para travar o "iminente despedimento" de 7230 trabalhadores, que não receberam o ordenado de fevereiro, segundo uma nota enviada à agência Lusa pela empresa.
A empresa explica que a ação, entregue no Tribunal do Comércio de Lisboa, é o "único meio" para suspender a execução do arresto da faturação "presente e futura" da Conforlimpa (Tejo), decretada pelo juiz, no processo em que o presidente do grupo, Armando Cardoso, está acusado de fraude fiscal superior a 42 milhões de euros.
A Conforlimpa (Tejo) acrescenta que "ainda não foi notificada dos fundamentos nem da extensão do arresto", mas que o mesmo já está a "ser executado" através da "cessação imediata da faturação".
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet