Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros apelou hoje a um "realismo consensual" por parte do maior partido da oposição, enquanto o secretário-geral socialista criticou as posturas divergentes na coligação PSD/CDS-PP, no debate de urgência sobre a crise.
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros apelou hoje a um "realismo consensual" por parte do maior partido da oposição, enquanto o secretário-geral socialista criticou as posturas divergentes na coligação PSD/CDS-PP, no debate de urgência sobre a crise.
"A alternativa do PS não é a rotura com a missão externa [da ‘troika']. Todas as negociações visam chegar a compromissos, aceites por ambas as partes. Temos diferenças que não me parecem irreconciliáveis", afirmou o também presidente do CDS-PP, Paulo Portas, pedindo aos partidos do arco da governação para se unirem em vez de "acentuar o que os divide".
Para Portas, "a boa escolha não é pôr tudo em causa, mas antes conciliar a confiança externa e a confiança interna, preservar os adquiridos da confiança externa e apostar na dinamização da confiança interna", sublinhando o grande trunfo de Portugal perante os parceiros da Europa: "a credibilidade" porque "o prémio a quem foi cumpridor não seria facilitado a um país que tivesse optado pela via da contestação permanente".
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