Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) anunciou hoje que prevê disponibilizar este ano mais 279 camas em cuidados continuados integrados na região.
A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) anunciou hoje que prevê disponibilizar este ano mais 279 camas em cuidados continuados integrados na região.
As novas unidades de cuidados continuados irão funcionar em Porto de Mós, Oliveira do Bairro, Cantanhede, Pampilhosa da Serra e Manteigas, adiantou o Ministério da Saúde em comunicado enviado a agência Lusa.
Com a abertura destas unidades, que implica um esforço financeiro superior a 1,5 milhões de euros, na região centro passará a contar com 1.945 camas, traduzindo assim um aumento na oferta de quase 17%, refere o MS.
Em janeiro, a ARSC, renovou 26 acordos no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).
"Com a abertura faseada de novas unidades de cuidados continuados integrados ao longo de 2013, a ARSC continua, desta forma, a concretizar a sua aposta na implementação de cuidados de saúde de proximidade do SNS", acrescenta.
Na terça-feira foi publicada em Diário da República uma resolução da Assembleia da República a recomendar ao Governo a abertura, com “caráter de urgência”, das unidades de cuidados continuados já concluídas ou em fase de conclusão este ano.
Na recomendação, a Assembleia da República aponta várias unidades da Santa da Misericórdia que se encontram nesta situação, nomeadamente a de Oliveira do Bairro, de São João da Madeira, de Serpa, de Cabeceiras de Basto, de Celorico de Basto, de Castelo Branco, de Idanha-a-Nova, de Pampilhosa da Serra, de Almeida, Manteigas, Pedrógão Grande e Porto de Mós.
A recomendação refere ainda as unidades de cuidados continuados da Santa Casa da Misericórdia da Vila de Pereira (Algarve), de Amarante, do Montijo, do Barreiro, de Ponte da Barca, de Cinfães e de Sernancelhe.
O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) saudou a recomendação do Parlamento e assegurou que cerca de 20 unidades de cuidados continuados estão prontas a funcionar este ano, desde que o Estado liberte as verbas necessárias para abrir as portas.
As cerca de 20 unidades de cuidados continuados, num total de cerca de mil camas, foram construídas ao abrigo do Programa Modelar, criado pelo anterior Governo socialista, com o objetivo de aumentar a rede de cuidados continuados, através de um trabalho conjunto com as Misericórdias e outras instituições particulares de solidariedade social (IPSS).
A Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados tem como objetivos a prestação de cuidados de saúde e de apoio social de forma continuada e integrada a pessoas que, independentemente da idade, se encontrem em situação de dependência.
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