Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O primeiro-ministro defendeu hoje que "a indignação por si só não é suficiente" para "uma política de resposta à crise" e afirmou que perder de vista a "serenidade", "objetividade a "civilidade" causa "danos" à democracia.
O primeiro-ministro defendeu hoje que "a indignação por si só não é suficiente" para "uma política de resposta à crise" e afirmou que perder de vista a "serenidade", "objetividade a "civilidade" causa "danos" à democracia.
"Não só ninguém se pode arrogar o monopólio da consternação perante as dificuldades e os sofrimentos das pessoas, como também a indignação por si só não é suficiente para constituir uma política de resposta à crise", afirmou Pedro Passos Coelho.
O chefe de Governo falava no encerramento de uma conferência promovida pela rádio TSF, no Pátio da Galé, em Lisboa.
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