Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O 17.º Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior arranca na sexta-feira e vai levar 13 peças ao palco do Teatro Municipal da Covilhã, com um programa que inclui quatro grupos espanhóis e cinema feito por estudantes.
O 17.º Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior arranca na sexta-feira e vai levar 13 peças ao palco do Teatro Municipal da Covilhã, com um programa que inclui quatro grupos espanhóis e cinema feito por estudantes.
O Teatrubi - Grupo de Teatro da Universidade da Beira Interior e a Asta - Associação de Teatro e Outras Artes, coorganizadores do festival, são os primeiros a subir ao palco para estrear a peça "Parecia que dançávamos", sobre a violência contra as mulheres.
A peça volta a estar em palco no sábado à noite, às 21:30, tal como todos os espetáculos.
Esta edição do festival tem o mais baixo orçamento de sempre, a rondar os 13 mil euros, mas, ainda assim, foi a que maior financiamento mereceu por parte da reitoria da universidade, explicou Rui Pires, diretor do grupo e do festival.
Para dar corpo a este e outros projetos, o Teatrubi conta este ano letivo com a colaboração de 12 estudantes, "sete alunos em cena e outros a ajudar nos bastidores, técnica e multimédia".
Segundo Rui Pires, "é um bom número", comparativamente com a capacidade de captação de outros grupos nacionais e estrangeiros e que permite ao Teatrubi caminhar para os 25 anos de vida.
No domingo, o festival vai incluir pela primeira vez um espetáculo para crianças, às 18:30, com o grupo "Teatresco", de Vieira de Leiria, a levar a palco a história de Pinóquio.
A segunda-feira está reservada para o cinema produzido por alunos da Universidade da Beira Interior.
Seguem-se ao longo da semana as peças "O Marinheiro" pelo FC-Acto de Lisboa (terça-feira), "Limbo" do grupo CITAC de Coimbra (quarta-feira), "Or Not 2 B" pelo Gretua de Aveiro (dia 07) e "Ciclo Imprevisto" apresentado pela Aula de Dança da Universidade Carlos III de Madrid (dia 08).
No fim de semana de 09 e 10, o grupo NNT de Lisboa apresenta "Eu disse agora" (dia 09) e o Trécola Teatro de Ourense, Espanha, leva ao palco "A verdadeira história do coração relógio".
Os últimos quatro dias do festival são preenchidos com o grupo Maricastaña de Ourense e a peça "Suicídio coletivo com encanto" (dia 11), a Aula de Dança da Universidade da Corunha apresenta "Dois metros quadrados de pele" (dia 12) e o grupo Cénico de Direito de Lisboa dá vida a "Drones (dia 13).
O cartaz fecha novamente com os grupos organizadores, Teatrubi e Asta, e a peça "Mata-dor".
Durante o festival, o Teatro Municipal acolhe ainda uma feira de venda de artigos usados, uma mostra de artesanato e uma exposição de pintura de Ivo Bernardo.
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