Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O presidente da associação de Aldeias Históricas de Portugal, Ricardo Alves, defendeu hoje o regresso da "discriminação positiva" do Interior na cobrança de portagens nas autoestradas. Aquele responsável falava aos jornalistas à margem de uma cerimónia de apresentação da nova imagem e estratégia de promoção das aldeias, em Idanha-a-Velha, concelho de Idanha-a-Nova.
O presidente da associação de Aldeias Históricas de Portugal, Ricardo Alves, defendeu hoje o regresso da "discriminação positiva" do Interior na cobrança de portagens nas autoestradas.
Aquele responsável falava aos jornalistas à margem de uma cerimónia de apresentação da nova imagem e estratégia de promoção das aldeias, em Idanha-a-Velha, concelho de Idanha-a-Nova.
Apesar de não avançar dados sobre o impacto da cobrança de portagens no número de visitas ao território turístico, Ricardo Alves disse esperar que, "um dia, a discriminação positiva possa ser reposta" a favor do interior do país.
"Era uma medida justa", sublinhou, numa alusão às vias sem custos para os utilizadores (Scut), regime que no interior abrangia as autoestradas A23 (Guarda - Torres Novas), A24 (Chaves - Viseu) e A25 (Aveiro - Vilar Formoso).
Hoje, a cobrança de portagens das autoestradas "não deixa ninguém satisfeito", sublinhou: "Vamos ter que nos adaptar".
O jornal i noticiou no dia 15 que o "Governo avalia portagens mais baratas nas ex-Scut das regiões mais pobres" e explica que "a diferenciação dos preços será avaliada em função de vários critérios, das vias alternativas aos indicadores de riqueza regional".
As comissões de utentes das antigas Scut consideram que "não pode é haver portagens", referiu na altura Francisco Almeida, um dos porta-vozes, tendo convocado para 01 de março um protesto nacional.
O movimento Empresários pela Subsistência do Interior também espera que o Governo "reveja rapidamente" o pagamento de portagens nas autoestradas do Interior, devido à "injustiça flagrante" de falta de alternativas viárias, disse um dos representantes, Luís Veiga.
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