Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O bastonário dos advogados de Moçambique considera que as parcerias de escritórios locais com portugueses são "um disfarce" do exercício ilegal da advocacia em Moçambique, apontando a prática como "um dos maiores desafios" da Ordem.
O bastonário dos advogados de Moçambique considera que as parcerias de escritórios locais com portugueses são "um disfarce" do exercício ilegal da advocacia em Moçambique, apontando a prática como "um dos maiores desafios" da Ordem.
Gilberto Correia, que vai abandonar a liderança da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM), afirma, em editorial do Boletim Informativo da OAM, que, a coberto dos acordos de cooperação com escritórios de advogados locais, os advogados portugueses instalam-se em Moçambique para exercer ilegalmente a atividade.
"Várias vezes, sob o disfarce da formação, transmissão de conhecimento, gestão da parceria, harmonização informática, entre outros, alguns advogados portugueses instalam-se nos escritórios dos alegados parceiros em Maputo, onde praticam de forma mais ou menos disfarçada atos próprios da profissão de advogado em benefício de terceiros - clientes aqui em Moçambique", diz Gilberto Correia.
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