Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Cortar em salários e pensões não chega. Também não é suficiente reduzir 35 mil empregos públicos em três anos, como previa o memorando. É preciso chegar a um corte de 60 mil a 120 mil, defende o FMI.
Cortar em salários e pensões não chega. Também não é suficiente reduzir 35 mil empregos públicos em três anos, como previa o memorando. É preciso chegar a um corte de 60 mil a 120 mil, defende o FMI.
Segundo o Jornal de Notícias desta quinta-feira, o sector público tem de reduzir entre 60 mil e 120 mil empregos nos próximos anos face à presente situação, defende a equipa do Fundo Monetário Internacional (FMI) no estudo sobre a reforma do Estado.
Isto significa que a proposta, conhecida na véspera, pretende quase triplicar (até final de 2014 ou 2015) o ritmo de emagrecimento no número de funcionários previsto no memorando da troika.
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