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Região 6 de janeiro de 2013

Castelo Branco: UGT abre oficialmente pólo na Avenida da Carapalha e prepara debates na região em 2013

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A central sindical UGT abriu ontem um pólo de atendimento em Castelo Branco e está a preparar debates em diferentes pontos do distrito para 2013, declarou Rogério Bentes, presidente da UGT Castelo Branco.

A central sindical UGT abriu ontem um pólo de atendimento em Castelo Branco e está a preparar debates em diferentes pontos do distrito para 2013, declarou Rogério Bentes, presidente da UGT Castelo Branco.

As novas instalações funcionam deste setembro na Avenida da Carapalha e a abertura oficial decorreu ontem, no mesmo dia em que a central sindical promoveu um debate com figuras públicas sobre os efeitos da crise no distrito.

A conjuntura reforça a ambição da UGT de "dar melhor resposta aos sindicatos filiados e a todos os associados" com a criação de uma estrutura distrital e abertura do espaço de atendimento, refere Rogério Bentes.

Segundo aquele responsável, os sindicatos filiados reúnem cerca de sete mil trabalhadores no distrito, a maioria dos quais professores e bancários.

O novo pólo de atendimento tem atendimento ao público às terças e quintas-feiras, entre as 10:00 e 14:00 e das 15:30 às 19:30.

Para 2013, a UGT Castelo Branco está a preparar a realização de debates em diferentes pontos do distrito, o primeiro dos quais dedicado à temática da defesa do consumidor, em fevereiro, em dia e local a definir.

O ensino e formação deverão ser outros temas a discutir ainda este ano, acrescentou.

A criação de 20 uniões de sindicatos, nos distritos e ilhas, foi decidida no último congresso da UGT, sublinhou Luís Correia, secretário-geral adjunto da UGT, no final dos trabalhos de hoje em Castelo Branco.

Aquele responsável realçou que, para muitos portugueses, "o drama objetivo é não ter dinheiro para sustentar uma família".

Uma situação face à qual "este Governo deve fazer mais e melhor" e face à qual deve haver "diálogo social".

No entanto, Luís Correia deixou um aviso: "a UGT nunca foi central sindical de rua, mas vai para a rua se for preciso".

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