Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Dois investigadores portugueses identificaram os genes associados ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquémico e descobriram que há diferentes subtipos da doença, para os quais a terapêutica no futuro terá de ser diferente, consoante o subtipo, para ser mais eficaz.
Dois investigadores portugueses identificaram os genes associados ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquémico e descobriram que há diferentes subtipos da doença, para os quais a terapêutica no futuro terá de ser diferente, consoante o subtipo, para ser mais eficaz.
Sofia Oliveira e José Ferro, investigadores do Instituto de Medicina Molecular, reuniram e cruzaram dados sobre AVC isquémico, a fim de identificar variantes de genes implicadas em AVCs. “A investigação consistiu em procurar alterações no genoma que tornam as pessoas mais suscetíveis ou que os protegem contra AVC isquémicos. No meio de cerca de três milhões de variantes genéticas investigadas, conseguimos identificar um pequeno número que tem essa propriedade de alterar o risco de ter um AVC”, explicou à Lusa Sofia Oliveira.
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