Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A diferente escala da crise, o maior consenso político e os resultados da consolidação orçamental são os três principais factores que separam Portugal da Grécia, dois países que recorreram à ajuda internacional, defende o comissário europeu Olli Rehn.
A diferente escala da crise, o maior consenso político e os resultados da consolidação orçamental são os três principais factores que separam Portugal da Grécia, dois países que recorreram à ajuda internacional, defende o comissário europeu Olli Rehn.
"A situação de Portugal é muito diferente da Grécia", afirmou o vice-presidente da Comissão Europeia, após um encontro que demorou cerca de uma hora, em São Bento, com o primeiro-ministro Passos Coelho e com o ministro das Finanças, Vítor Gaspar.
"Desde logo, a crise [vivida nos dois países] não tem a mesma magnitude. Depois, em Portugal há um consenso político mais alargado sobre o programa de ajustamento económico. E a consolidação orçamental em Portugal já está a ter efeitos", justificou o responsável, que respondia a questões dos jornalistas.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet