Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A presidente da Federação das Doenças Raras de Portugal (FEDRA) denunciou que não há igualdade no acesso ou no tratamento das pessoas com doenças raras e acusou o Infarmed de não cumprir o estatuto do medicamento órfão, que trata estas doenças.
A presidente da Federação das Doenças Raras de Portugal (FEDRA) denunciou que não há igualdade no acesso ou no tratamento das pessoas com doenças raras e acusou o Infarmed de não cumprir o estatuto do medicamento órfão, que trata estas doenças.
Em declarações à Agência Lusa na véspera de se assinalar mais um Dia das Doenças Raras, a 29 de fevereiro, Paula Brito e Costa admitiu que as doenças raras “são doenças de marca e, por isso, são doenças caras”, mas defendeu que “Portugal não pode deixar de tratar os seus doentes”.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet