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Região 28 de agosto de 2017

Proença-a-Nova: Autarquia inicia cadastro da floresta

Por: Diario Digital Castelo Branco

A Câmara Municipal vai criar um gabinete dedicado ao cadastro florestal, revelou o presidente na sessão pública da reunião de Câmara, realizada no dia 21 de agosto no auditório Mariano Gago no Centro Ciência Viva da Floresta, enquadrando-se no conjunto de medidas de ação imediata para trabalhar em prol da floresta será a criação. “Há aqui um exercício novo de programação da floresta que exige medidas que sejam fortes”, afirmou João Lobo.

A Câmara Municipal vai criar um gabinete dedicado ao cadastro florestal, revelou o presidente na sessão pública da reunião de Câmara, realizada no dia 21 de agosto no auditório Mariano Gago no Centro Ciência Viva da Floresta, enquadrando-se no conjunto de medidas de ação imediata para trabalhar em prol da floresta será a criação. “Há aqui um exercício novo de programação da floresta que exige medidas que sejam fortes”, afirmou João Lobo.

Proença-a-Nova faz parte do conjunto de municípios que irá iniciar o processo de cadastro, uma medida aprovada na Lei nº78/2017 de 17 de agosto. A vereadora Margarida Cristóvão, que colaborou na elaboração da proposta de trabalho na Unidade de Missão para a Valorização do Interior, explicou que será criada uma plataforma onde qualquer cidadão poderá fazer o cadastro da sua propriedade, gratuito durante dois anos, passando a existir um numero único de identificação do prédio rústico. “A ideia é ter um registo simplificado, onde qualquer cidadão pode fazer o cadastro que depois será validado pelas autoridades competentes”, explicou a vereadora.

O presidente da Câmara Municipal apresentou também proposta a ser eventualmente incluída em próximo orçamento para a criação de um fundo destinado à gestão de combustível nos perímetros urbanos. “Este fundo será articulado e trabalhado com as Juntas de Freguesia e as Associações do concelho, parceiras essenciais para se implementar e mudar também atitudes na sociedade”, referiu João Lobo. Deste esforço resultará, acredita João Lobo, “a potenciação da prevenção e combate aos incêndios florestais”. A fiscalidade relativamente à floresta também vai ter de sofrer alterações e foi outro dos assuntos abordados, “uma ideia que também já tive oportunidade de partilhar em fóruns próprios é, por exemplo, a revisão do imposto que todos pagamos por um prédio rústico (IMI) sofrer adaptação para ações práticas de gestão e organização florestal”.

Ainda na procura de medidas que deem resposta à situação anómala de incêndios florestais que têm acontecido no presente ano, o autarca anunciou criação de parques para a receção de madeiras, um deles no Parque Empresarial (PEPA), uma forma encontrada se tentar minimizar os montantes e otimizar a logística de transporte “para que não se pratiquem valores abaixo do preço de mercado e não haver aproveitamento da tragédia dos incêndios, tentando que os custos associados à recolha sejam apoiados pelos municípios com o objetivo de criar uma rede de parques, de modo a conseguir preços mais competitivos do ponto de vista do transporte”. Também no PEPA, João Lobo anunciou que foi aprovada uma candidatura privada referente à criação de uma indústria para a produção de pellets.

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