Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Onze deputados do PSD questionaram ontem o Governo sobre o balanço do incêndio que atingiu o monumento natural de Portas de Ródão, quer em relação à área ardida, quer ao nível da flora e fauna afetada.
Onze deputados do PSD questionaram hoje o Governo sobre o balanço do incêndio que atingiu o monumento natural de Portas de Ródão, quer em relação à área ardida, quer ao nível da flora e fauna afetada.
No documento a que a agência Lusa teve acesso, os onze deputados do PSD, onde se incluem os dois eleitos pelo círculo de Castelo Branco, Manuel Frexes e Álvaro Batista, acusam o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, "de no meio da catástrofe andar desaparecido em parte incerta".
"Na verdade, não se compreende o seu profundo silêncio. Passados todos estes dias e diante esta devastação não se compreende que não tenha tido uma palavra sobre o assunto, que não tenha feito o balanço das áreas, da fauna e da flora atingidas e não tenha referido qual o plano de recuperação que tem obrigação de rapidamente por em marcha para reparar os danos causados", afirmam.
Os social-democratas sublinham ainda que os portugueses "merecem uma explicação" e adiantam que após o tempo decorrido, "está mais do que na hora de o ministro do Ambiente dizer o que pensa sobre o assunto".
Posto isto, querem saber qual o balanço do incêndio que atingiu o conjunto natural denominado de monumento natural de Portas de Ródão, em Vila Velha de Ródão, distrito de Castelo Branco, nomeadamente, em relação à área ardida, espécies de flora e fauna afetadas e animais que morreram ou ficaram feridos e carecem de apoio veterinário.
"Qual o plano de intervenção e sua execução no terreno para a recuperação da área ardida desde logo para a sua fase inicial, ou seja, de estabilização de emergência?", questionam.
Os deputados do PSD querem ainda saber quais os recursos humanos e logísticos que estão afetos aquela área classificada e quais os que face a esta nova realidade são efetivamente necessários.
"Qual a área que deverá ser considerada de zona de intervenção prioritária para efeitos de recuperação dos habitats", perguntam.
Questionam ainda sobre as medidas previstas em termos de ação de combate à erosão e correção torrencial como a proteção e recuperação de linhas de água.
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