Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Vinte e seis concelhos de Faro, Portalegre, Santarém, Castelo Branco, Guarda e Bragança apresentam hoje risco ‘máximo’ de incêndio, segundo informação disponível na página da Internet do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Vinte e seis concelhos de Faro, Portalegre, Santarém, Castelo Branco, Guarda e Bragança apresentam hoje risco ‘máximo’ de incêndio, segundo informação disponível na página da Internet do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
De acordo com o Instituto, em risco ‘máximo’ de incêndio estão os concelhos de Loulé, São Brás de Alportel, Tavira, Castro Marim, Alcoutim (Faro), Abrantes, Mação, Ferreira do Zêzere (Santarém) Penamacor, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Oleiros, Sertã e Vila de Rei (Castelo Branco), Gavião, Marvão e Nisa (Portalegre).
Também em risco ‘máximo’ de incêndio estão os concelhos de Sabugal, Guarda, Celorico da Beira, Pinhel, Figueira de Castelo Rodrigo (Guarda), Freixo de Espada à Cinta, Torre de Moncorvo, Mogadouro e Alfândega da Fé (Bragança).
O IPMA colocou ainda em risco ‘muito elevado’ e ‘elevado’ de incêndio vários concelhos de todos os distritos (18) de Portugal continental.
O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre "reduzido" e "máximo".
O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.
Na quarta-feira, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou para “um agravamento significativo” do risco de incêndio no continente, a partir de hoje, com previsão de índice muito elevado e máximo no Algarve e regiões do interior.
Num aviso à população, a ANPC refere que, com base em informações do IPMA, prevê-se para os próximos dias um "agravamento das condições meteorológicas, com uma subida gradual da temperatura máxima até sábado” e “redução da humidade relativa do ar, sem retorno significativo durante a noite”.
Em função da previsão da evolução das condições meteorológicas, a ANPC salienta que “é expectável” um período de “tempo quente e seco” e “vento moderado com permanência de condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios florestais”.
Além de recordar as medidas preventivas a observar perante o risco de incêndio, como a proibição de realização de queimadas e lançamento de foguetes, a ANPC recomendou a “adoção de medidas de prevenção e precaução” pelos cidadãos.
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