Por: Diario Digital Castelo Branco
Uma azinheira e uma placa de “Homenagem aos Antepassados dos Galisteus” perpetuam a memória dos “homens que trabalhavam os campos de sol a sol”, das “mulheres que tratavam dos filhos, da casa e da horta” e de “todos aqueles que usavam a eira para fazer os rolheiros e malhar o pão, o trigo e o centeio, e à sombra da azinheira comiam a bucha e a merenda”, compondo um monumento que foi inaugurado este sábado, 1 de julho, por António Cardoso Alves e Rogério Ferreira, atual e antigo presidente da associação local, Joaquim Martins, Padre Ilídio Graça, que orientou uma oração à memória dos antepassados, e João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova.
Uma azinheira e uma placa de “Homenagem aos Antepassados dos Galisteus” perpetuam a memória dos “homens que trabalhavam os campos de sol a sol”, das “mulheres que tratavam dos filhos, da casa e da horta” e de “todos aqueles que usavam a eira para fazer os rolheiros e malhar o pão, o trigo e o centeio, e à sombra da azinheira comiam a bucha e a merenda”, compondo um monumento que foi inaugurado este sábado, 1 de julho, por António Cardoso Alves e Rogério Ferreira, atual e antigo presidente da associação local, Joaquim Martins, Padre Ilídio Graça, que orientou uma oração à memória dos antepassados, e João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova.
Junto à Associação dos Galisteus - que, para além do edifício principal tem Capela, telheiro com churrasqueira e jardim envolvente -, é visível a eira comunitária onde existiu uma enorme azinheira que testemunhou o esforço dos homens durante as malhas, mas também os momentos de convívio quando o trabalho dava lugar à merenda.
Como nem todos os moradores e descendentes têm memória desses tempos, o presente monumento terá essa função. “Se, como comunidade, não recordarmos aquilo que passámos, se não homenagearmos aqueles que foram antes de nós, então não construímos com certeza o presente nem olhamos de frente para o futuro”, afirmou João Lobo durante a sua intervenção, destacando o importante papel social das associações. “Hoje temos mais de 70 associações vivas no concelho de Proença-a-Nova, fruto do investimento público que fizemos nos últimos doze anos e que nos permitem olhar de novo para as associações como elementos ativos”. Na sua perspetiva, é fundamental o papel dinamizador das coletividades para que iniciativas como estas se concretizem, contribuindo para o sentido de comunidade e para a preservação da memória junto também de pessoas com ligações ao concelho mas que moram noutros pontos do país ou do mundo.
A Associação dos Galisteus, que promoveu a iniciativa, agradeceu o apoio de todos na concretização do monumento. “É extremamente gratificante ver o entusiasmo destas gentes generosas e empenhadas que a todos nos enchem de orgulho”, referiu António Cardoso Alves. Na sua intervenção, Joaquim Martins destacou o espírito guerreiro dos antepassados e o lugar onde é feita a homenagem: “a eira é um lugar histórico que devemos continuar a manter na mente dos nossos filhos para que eles conheçam as suas raízes. Temos essa obrigação”. Rogério Ferreira, que esteve na origem da construção da Associação e desta homenagem, destacou o papel de todos quantos contribuíram para a concretização deste espaço, agradecendo a quem o acompanhou nos órgãos da associação, aos particulares e beneméritos e aos executivos camarários, liderados por João Paulo Catarino e João Lobo, que permitiram a construção destes equipamentos.
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