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Região 3 de julho de 2017

Bombeiros Voluntários de Idanha-a-Nova passam mensagem geracional que o CODIS defende

Por: Diario Digital Castelo Branco com Lusa

Os Bombeiros Voluntários de Idanha-a-Nova iniciaram a semana de forma didática e animada, com a visita dos meninos e meninas do Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Idanha-a-Nova, esta manhã. "Esperamos que tenham gostado", afirmam os bombeiros idanhenses num Post do Facebook. 

Os Bombeiros Voluntários de Idanha-a-Nova iniciaram a semana de forma didática e animada, com a visita dos meninos e meninas do Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Idanha-a-Nova, esta manhã. "Esperamos que tenham gostado", afirmam os bombeiros idanhenses num Post do Facebook. 

A formação e educação florestal dada aos jovens em idade escolar são acções que influenciam os comportamentos de forma a despertar um atributo geracional que é uma das reformas geracionais que defende Francisco Peraboa, Comandante Distrital de Operações de Socorro (CODIS) de Castelo Branco. 

"Atuamos na sensibilização florestal e alteração de comportamentos do público em geral face às áreas florestais, através de campanhas e ações periódicas, em parceira com os meios de comunicação social, escolas, associações e municípios". Declarou o CODIS na apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais do Distrito no passado dia 11 de maio.

"O objetivo é garantir a permanente segurança das forças operacionais e manter a área ardida abaixo da média do Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PNDFCI), além de manter a consolidação da extinção de incêndios e os tempos de resposta", afirmou o Comandante Distrital.

O combate aos fogos florestais no distrito de Castelo Branco vai contar este ano com um dispositivo de 131 equipas, que incluem 655 operacionais, 141 veículos, três helicópteros e dois bombardeiros médios, foi hoje anunciado.

Em relação aos meios aéreos, o distrito vai ter três centros - Castelo Branco, Covilhã e Proença-a-Nova - sendo que, a partir de 01 de julho e até 30 de setembro (fase Charlie), vai estar um helicóptero em cada um dos centros aéreos e dois aviões bombardeiros médios estacionados em Proença-a-Nova, onde vão permanecer até 05 de outubro.

Lembrando que há dois anos consecutivos não é registado qualquer reacendimento no distrito, Francisco Peraboa disse que "é difícil melhorar”, mas quer “manter o padrão".

O comandante explicou ainda que, nos últimos 11 anos, a média anual da área distrital ardida é de 2.070 hectares e o número de ocorrência tem vindo também a diminuir desde 2006, cifrando-se no ano passado em 390.

Francisco Peraboa realçou que um dos objetivos para 2017 passa por manter um "ataque inicial" aos fogos florestais, "musculado".

"Se for [ataque] rápido, o problema não se vai ampliar e vai ficar pela fase inicial, até 90 minutos no máximo", sustentou.

O treino e a formação é outra das apostas do comandante, tendo sido realizadas 34 ações que envolveram um total de 520 formandos, que representam mais de metade do quadro ativo de bombeiros do distrito.

Para breve, espera-se ainda o incremento de bombeiros nos quadros de mais 10%, sendo que na formação inicial de bombeiros estão 98 novos elementos, 58 dos quais já fizeram provas de ingresso.

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