Por: Diario Digital Castelo Branco
Este ano o Salva a Terra acontecerá de 22 a 25 de juho, em Salvaterra do Extremo, concelho de Idanha-a-Nova, dentro do Parque Natural do Tejo Internacional.
Este ano o Salva a Terra acontecerá de 22 a 25 de juho, em Salvaterra do Extremo, concelho de Idanha-a-Nova, dentro do Parque Natural do Tejo Internacional.
É um Eco Festival bienal, que vai para a sua quarta edição, sendo na sua génese um evento 100% "Pro-Bono", no qual toda a organização, artistas, formadores, guias, e restante equipa trabalham de forma voluntária com vista a contribuir para a angariação de fundos para o CERAS - Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens: https://www.facebook.com/CERASCB
São cerca de 150 artistas em 4 dias que abraçaram esta causa.
Para além dos concertos nos 4 palcos, haverá teatro e animação de rua. Vamos contar com uma intervenção do artista plástico, Bordalo II, perto do Palco Pôr-do-sol, e uma exposição da Plasticus Maritimus.
As manhãs começam com atividades de yoga, concertos meditativos, e diversos workshops e oficinas para as famílias. No decorrer da tarde, para além dos concertos no Palco Igreja, no Palco Pôr-do-sol e no Quintal da Fafá (uma moradora que recebe artistas na sua casa e acolhe diversas atividades no seu espaço desde a primeira edição do Festival), haverá atividades de observação de vida selvagem, construção de caixas de ninho e abrigos para fauna, construção de fornos solares, cinema documental e palestras/ conversas sobre diversas temáticas ambientais, percursos pedestres, banhos e garimpo no rio Erges e, entre outros, oficinas de tecelagem vegetal. O CERAS irá ensinar como proceder ao encontrar um animal ferido, e estarão também presentes outras entidades como é o caso do Grupo Lobo com o qual os mais novos poderão ser biólogos por um dia, ou a Associação Circuito Explosivo, Planeta Azul ou a Pano ou Palha, entre outras, com várias exposições, teatro de fantoches, palestras e oficinas!.Consultar o site para conhecer todas as atividades paralelas.
Pretende.-se que este festival seja um encontro de troca e sensibilização, no que diz respeito à conservação da Natureza. Apostamos na sensibilização através da componente de cariz pedagógico presente nas atividades desenvolvidas.No que diz respeito aos resíduos e à energia, na cantina do festival existe uma ementa vegetariana com produtos produzidos local e regionalmente, dando naturalmente prioridade aos de produção em modo biológico; promovemos a redução do consumo de embalagens e a reciclagem de todos os resíduos da cantina (embalagens e resíduos orgânicos), apelamos à não utilização de plásticos e loiça descartável; promovemos o uso da caneca do festival e pratos reutilizáveis na cantina onde os detergentes são ecológicos; reutilizamos materiais de outros festivais, utilizamos iluminação eficiente nos parques de campismos (leds) e casas de banho secas (compostáveis) nos campismos.
Quanto à mobilidade, fomenta-se a partilha de boleia (grupo no Facebook) e uso de bicicleta para chegar ao Salva a Terra e a utilização de bicicletas pela organização durante o evento; após o festival, realiza-se sempre a compensação das emissões e da pegada ecológica da organização, artistas, formadores, guias e restante equipa, através da plantação de árvores autóctones pelo projeto "Criar Bosques" da Quercus ANCN no Parque Natural do Tejo Internacional.
As receitas obtidas revertem efetivamente a 100% para o CERAS, fazendo do Eco Festival Salva a Terra o seu principal mecenas. Com a edição de 2015 conseguimos angariar fundos para recuperar 400 animais.
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