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Região 16 de maio de 2017

Castelo Branco: Futuro do HAL passa pela modernização das instalações e renovação de quadro médico

Por: Cristina Valente

O Hospital Amato Lusitano de Castelo Branco, comemorou esta terça-feira, dia 16, os seus 40 anos ao serviço da comunidade. Com o lema "centrar o trabalho da ULS no utente ou na pessoa doente" o Hospital Amato Lusitano, tem nos últimos anos apostado na modernização da instituição.

O Hospital Amato Lusitano de Castelo Branco, comemorou esta terça-feira, dia 16, os seus 40 anos ao serviço da comunidade.

Com o lema "centrar o trabalho da ULS no utente ou na pessoa doente" o Hospital Amato Lusitano, tem nos últimos anos apostado na modernização da instituição.

"Não é tarefa fácil" diz António Viera Pires, presidente da ULS, que considera que para que os resultados surjam, é necessário todo o empenho do Conselho de Administração e de todos os profissionais de saúde.

Brevemente, a 29 de maio, começam as obras na sala de espera das urgências do HAL, obras que completam a remodelação daquele serviço, onde já foi intervencionada a sala de reanimação e a sala de tratamento.

"Não podemos escamotear a ajuda indispensável do presidente da Câmara de Castelo Branco, que tem estado desde o primeiro dia de braço dado connosco. E só assim foi possível realizar as obras de remodelação no Centro de Saúde de S. Tiago" afirmou Viera Pires agradecendo todo o apoio e colaboração do autarca albicastrense Luís Correia.

A grande obra no HAL é a sua ampliação, um projeto que aumentará o edifício para a zona do antigo Heliporto, entretanto desativado, "esta obra já está concretizada em projeto, foi aprovado pela tutela, está neste momento a aguardar a aprovação da CCDRC, através da candidatura efetuada ao Portugal 2020".

As obras na ULS não se ficarão por aqui, serão efetuadas obras também nos Centros de Saúde de Idanha-a-Nova, Sertã e Penamacor, nestes concelhos também com o apoio das autarquia locais.

Em termos humanos, o objetivo é renovar o quadro médico, "em breve serão abertos novos concursos públicos" e suprir a falta de assistentes operacionais, "que nos últimos tempos tem aumentado significativamente, devido à aposentação de muitos funcionários" explica Vieira Pires.

Luís Correia, autarca albicastrense, que tem desde sempre colaborado com o HAL para suprimir as suas dificuldades, salientou na sua intervenção  "o casamento feliz" entre o cuidar bem da população e a sua sustentabilidade financeira.

À tutela o autarca deixou um apelo para que seja instalada em Castelo Branco uma unidade de ressonância magnética, um serviço há muito desejado pelo HAL, e que para o autarca aqui deve ser colocada como reconhecimento pelo bom trabalho que o HAL te efetuado ao longo destes 40 anos, "o hospital obteve sempre bons resultados em termos de execução financeira sem nunca descuidar o seu objetivo de prestar bons cuidados de saúde. Estes factos aumentam a responsabilidade da tutela, que deve compensar estes resultados" afirmou Luís Correia.

O autarca salientou a necessidade de atrair médicos para a unidade de saúde, "os médicos só vêm se houverem boas instalações e equipamentos modernos, se não tivermos um hospital moderno e atrativo os profissionais de saúde não escolhem esta região para se instalarem" acrescentou o autarca, que salientou que é com este pensamento que tem estado "sempre" ao lado do hospital.

José Tereso, da ARS Centro, em representação do Secretário de Estado da Saúde, apelou à colaboração entre instituições, "exalto às pessoas para se aproximarem, e ultrapassarem barreiras que hoje ninguém compreenderá que não sejam ultrapassáveis pelas pessoas que gerem as 3 unidades" afirmou José Tereso, apelando à  colaboração entre a ULS Castelo Branco, Cova da Beira e Guarda.

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