Por: Diario Digital Castelo Branco
Numa iniciativa da Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento através do seu projeto Passaporte Global II, Castelo Branco acolheu o Seminário Migrações e Refugiados, na passada quarta-feira, dia 4.
Numa iniciativa da Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento através do seu projeto Passaporte Global II, Castelo Branco acolheu o Seminário Migrações e Refugiados, na passada quarta-feira, dia 4.
A sessão iniciou com a presença de Arnaldo Brás na qualidade de Vice-Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco e Presidente de Direção da Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento, Pedro Calado, Alto-comissário para as Migrações ACM, IP, Miguel Oliveira, em representação do Presidente da Plataforma de Apoio aos Refugiados- PAR, Teresa Tito de Morais, Presidente do Conselho para os Refugiados – CPR e António de Melo Bernardo, Diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Castelo Branco.
Dos dados apresentados nesta sessão ficou-se a conhecer que existem 42 refugiados no distrito, refletindo-se em 18 famílias que estão a ser acompanhados pela Segurança Social. Existem, na mesma linha, 3250 migrantes no distrito de Castelo Branco, sendo que deste número, 1200 residem no concelho de Castelo Branco.
A nível nacional, a percentagem de estrangeiros que residem no país não chega a 4%, sendo Portugal o 5º país da UE onde menos estrangeiros residem, sendo Luxemburgo o país que apresenta uma maior taxa de emigrantes.
A este nível, Arnaldo Brás referiu o papel desempenhado pela Associação no apoio a esta população migrante, referindo que o projeto Passaporte Global II responde a estas necessidades, sendo financiado pelo FAMI até final de dezembro de 2017. Referiu ainda que é preocupação da Câmara Municipal, continuar a dar resposta a este nível, para tal, candidatou-se recentemente ao Plano Municipal para a Integração de Migrantes que irá até final de 2020 abarcar medidas que promovam a integração multinível dos atuais e novos NPT ( Nacionais de Países Terceiros).
Ao longo do dia, através da apresentação de dados estatísticos concretos, apresentados pela Diretora do Observatório das Migrações, Catarina Reis de Oliveira, desmistificaram-se vários mitos existentes, nomeadamente, ficamos a saber que, entre vários dados, o contributo dos estrangeiros para a Segurança Social é positivo, sendo de 3089 milhões de euros de saldo positivo; os imigrantes não só não vêm acabar com os empregos, como contribuem para a criação de emprego em Portugal, sendo que o contributo dos estrangeiros para a taxa de natalidade é superior à dos nacionais, com uma taxa de 8%.
Relativamente à questão das taxas de abandono dos refugiados no país, Miguel Oliveira da PAR, referiu que são expectáveis que aconteçam, e apenas os países que não recebem refugiados não apresentam taxas de abandono, estando a própria Alemanha, com taxas de abandono de 13%.
Estes valores, devem-se, na sua opinião, à procura e à aspiração do reagrupamento familiar por parte destas pessoas, e sendo pessoas livres, têm todo o direito e legitimidade de se moverem e irem ao encontro dos “seus” que a guerra dividiu. Ficamos a conhecer o contributo que cada organização / instituição quer nacional, quer local, como a Caritas Interparoquial, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Segurança Social, IEFP, vários CLAIM do Interior (Castelo Branco, Portalegre, Fundão e Guarda), desenvolve para com os migrantes, fazendo-se uma resenha do que tem sido feito.
A Escola Superior de Educação, por Maria João Guardado Moreira, apresentou alguns dados do que tem sido o século XXI no que às migrações se refere, afirmando-se este século como o tempo das migrações, sinal evidente da globalização do mundo de hoje.Castelo Branco acolheu o Seminário Migrações e Refugiados, na passada quarta-feira, dia 4, iniciativa da Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento através do seu projeto Passaporte Global II.
A sessão iniciou com a presença de Arnaldo Brás na qualidade de Vice-Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco e Presidente de Direção da Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento, Pedro Calado, Alto-comissário para as Migrações ACM, IP, Miguel Oliveira, em representação do Presidente da Plataforma de Apoio aos Refugiados- PAR, Teresa Tito de Morais, Presidente do Conselho para os Refugiados – CPR e António de Melo Bernardo, Diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Castelo Branco.
Dos dados apresentados nesta sessão ficou-se a conhecer que existem 42 refugiados no distrito, refletindo-se em 18 famílias que estão a ser acompanhados pela Segurança Social. Existem, na mesma linha, 3250 migrantes no distrito de Castelo Branco, sendo que deste número, 1200 residem no concelho de Castelo Branco.
A nível nacional, a percentagem de estrangeiros que residem no país não chega a 4%, sendo Portugal o 5º país da UE onde menos estrangeiros residem, sendo Luxemburgo o país que apresenta uma maior taxa de emigrantes.
A este nível, Arnaldo Brás referiu o papel desempenhado pela Associação no apoio a esta população migrante, referindo que o projeto Passaporte Global II responde a estas necessidades, sendo financiado pelo FAMI até final de dezembro de 2017. Referiu ainda que é preocupação da Câmara Municipal, continuar a dar resposta a este nível, para tal, candidatou-se recentemente ao Plano Municipal para a Integração de Migrantes que irá até final de 2020 abarcar medidas que promovam a integração multinível dos atuais e novos NPT ( Nacionais de Países Terceiros).
Ao longo do dia, através da apresentação de dados estatísticos concretos, apresentados pela Diretora do Observatório das Migrações, Catarina Reis de Oliveira, desmistificaram-se vários mitos existentes, nomeadamente, ficamos a saber que, entre vários dados, o contributo dos estrangeiros para a Segurança Social é positivo, sendo de 3089 milhões de euros de saldo positivo; os imigrantes não só não vêm acabar com os empregos, como contribuem para a criação de emprego em Portugal, sendo que o contributo dos estrangeiros para a taxa de natalidade é superior à dos nacionais, com uma taxa de 8%.
Relativamente à questão das taxas de abandono dos refugiados no país, Miguel Oliveira da PAR, referiu que são expectáveis que aconteçam, e apenas os países que não recebem refugiados não apresentam taxas de abandono, estando a própria Alemanha, com taxas de abandono de 13%.
Estes valores, devem-se, na sua opinião, à procura e à aspiração do reagrupamento familiar por parte destas pessoas, e sendo pessoas livres, têm todo o direito e legitimidade de se moverem e irem ao encontro dos “seus” que a guerra dividiu. Ficamos a conhecer o contributo que cada organização / instituição quer nacional, quer local, como a Caritas Interparoquial, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Segurança Social, IEFP, vários CLAIM do Interior (Castelo Branco, Portalegre, Fundão e Guarda), desenvolve para com os migrantes, fazendo-se uma resenha do que tem sido feito.
A Escola Superior de Educação, por Maria João Guardado Moreira, apresentou alguns dados do que tem sido o século XXI no que às migrações se refere, afirmando-se este século como o tempo das migrações, sinal evidente da globalização do mundo de hoje.
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