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Região 3 de maio de 2017

Castelo Branco: Plataforma vai denunciar eventuais atentados ambientais na albufeira de Santa Águeda

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Quatro associações e movimentos cívicos de Castelo Branco criaram a Plataforma de Defesa da Albufeira de Santa Águeda com o objetivo de denunciarem eventuais atentados ambientais.

Quatro associações e movimentos cívicos de Castelo Branco criaram a Plataforma de Defesa da Albufeira de Santa Águeda com o objetivo de denunciarem eventuais atentados ambientais.

Em comunicado, a Plataforma de Defesa da Albufeira de Santa Águeda explica que tem como objetivo defender aquele equipamento público da "voragem de interesses particulares insensíveis à conservação dos valores ambientais e ecológicos".

A plataforma, constituída pela Quercus, movimento cívico ‘As Romãs Também Resistem’, a Associação de Caça e Pesca e os Amigos da Póvoa de Rio de Moinhos, pretende ainda denunciar atentados ambientais e dinamizar ações de sensibilização das entidades responsáveis pela manutenção, controlo, inspeção e desenvolvimento sustentável da barragem.

A associação ambientalista Quercus denunciou, no ano passado e por diversas vezes, a existência de fenómenos de poluição e de erosão na albufeira de Santa Águeda, em consequência de movimentações de terra e destruição de carvalhais.

Os ambientalistas denunciaram ainda o aparecimento de diversos fenómenos de contaminação em consequência das recentes movimentações de terra e destruição de carvalhais, e comunicaram a situação às autoridades competentes, nomeadamente à Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Então, exigiram a reposição da situação e identificaram várias outras dezenas de crimes e violações na zona do Plano de Ordenamento da Albufeira de Santa Águeda e Pisco (POASAP).

"Estamos convictos de que fazemos mais e melhor trabalhando de forma coletiva, organizada e abertos a futuras adesões de todos as associações e cidadãos que se identifiquem com os objetivos a que nos propomos", lê-se no comunicado.

A plataforma diz que vai apresentar uma queixa por crime ambiental no Ministério Público, situação cujos fundamentos irá dar a conhecer publicamente no dia 10 de maio.

O plano de água da albufeira de Santa Águeda ocupa uma área com cerca de 634 hectares, sendo que o seu uso principal é o abastecimento público, nomeadamente a parte do concelho de Idanha-a-Nova, à maioria da população do concelho de Castelo Branco (62%) e ainda parte do concelho de Vila Velha de Ródão.

Esta barragem encontra-se classificada como albufeira de águas públicas protegidas, que são aquelas cuja água é ou se prevê que venha a ser utilizada para abastecimento de populações e aquelas cuja proteção é ditada por razões de defesa ecológica.

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