Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O grupo parlamentar do PCP está contra a redução de horário da ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) na Covilhã, distrito de Castelo Branco, e apresentou na Assembleia da República uma pergunta ao Governo.
O grupo parlamentar do PCP está contra a redução de horário da ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) na Covilhã, distrito de Castelo Branco, e apresentou na Assembleia da República uma pergunta ao Governo.
"A concretizar-se esta proposta, é a população que será penalizada e que ficará mais desprotegida no acesso à saúde, em particular numa situação de emergência onde o tempo é um fator determinante", é referido no documento subscrito pela deputada Paula Santos e que também foi enviado à agência Lusa.
O PCP salienta que o não funcionamento da ambulância no período noturno (entre as 00:00 e as 08:00) se traduzirá na redução na capacidade de socorro à população e considera que esta "proposta é ainda mais grave atendendo a que se trata de reduzir meios de socorro num território do interior, onde existe inúmeras populações isoladas".
Lembrando que é conhecida a carência de profissionais do INEM, os comunistas defendem que a "solução não pode ser reduzir os meios de socorro, mas sim tomar todas as medidas para contratar e reforçar os trabalhadores necessários".
Deste modo, o PCP perguntou ao Ministério da Saúde se existe efetivamente a intenção de reduzir o horário de funcionamento da ambulância do INEM na Covilhã durante o período noturno e questionou as razões de tal proposta.
Os comunistas também querem saber se "foram consideradas as características específicas deste território do interior" e perguntam à tutela se pondera reverter esta intenção, bem como se pretende, "contrariamente ao que está proposto, reforçar os meios de socorro à população do INEM nesta região, nomeadamente através da contratação dos trabalhadores em falta, integrando-os na carreira com vínculo público".
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