Por: Diario Digital Castelo Branco
O Plano Operacional Municipal para 2017, documento que operacionaliza o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI) - em particular as ações de vigilância, deteção, fiscalização, primeira intervenção, combate, rescaldo e vigilância pós-incêndio, foi aprovado por unanimidade pela Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios que na semana passada.
O Plano Operacional Municipal para 2017, documento que operacionaliza o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI) - em particular as ações de vigilância, deteção, fiscalização, primeira intervenção, combate, rescaldo e vigilância pós-incêndio, foi aprovado por unanimidade pela Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios que na semana passada.
“A importância de articular todos os agentes e assim cada instituição conhecer cada um dos interlocutores, tomar consciência da sua ação e, desta forma, desempenhar com eficiência e agilidade o definido no Plano é fator que diferencia a resposta perante a ocorrência de algum evento. Estou certo que estamos preparados para uma qualquer eventualidade, sendo também certo que tudo se fará ao nível da vigilância, reforçando-a para diminuir ao mínimo a possibilidade de qualquer ocorrência”, afirma em comunicado João Lobo.
O presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, que presidiu à reunião, informou os elementos da comissão que foi apresentada uma candidatura para reforçar o sistema de Proteção Civil no Município com trabalhadores especializados, com perfil e formação específica adequados ao exercício das funções de gestão florestal e defesa da floresta. Entre outras funções, a equipa, a ser aprovada, desempenhará a sua missão preventiva através de ações de roçagem de matos, corte de árvores, da realização de fogos controlados, da criação de divisórias e linhas quebra fogo, de sensibilização do público para as normas de proteção à floresta e de vigilância. Efetuará também primeira intervenção, ajuda no combate aos incêndios florestais, rescaldo e vigilância pós incêndio.
São várias as ações que o Município desenvolve forma continuada no âmbito da prevenção dos incêndios, exigindo um esforço adicional: em 2016 a autarquia foi responsável pela beneficiação de 220 quilómetros de caminhos florestais e a abertura de 5 quilómetros. Foram ainda intervencionados 60 hectares de silvicultura preventiva nas linhas elétricas de média tensão e 63 hectares de silvicultura preventiva nas linhas elétricas de alta tensão, 50 hectares na rede primária e 70 na rede secundária (rede viária). Entre 15 de junho e 15 de outubro do ano passado, em parceria com a Associação de Produtores Florestais e Juntas de Freguesia, o concelho dispôs de sete viaturas apetrechadas com KIT de primeira intervenção situadas em locais estratégicos de estacionamento para garantir uma vigilância e primeira intervenção apropriada. “Mas mais importante que o combate aos incêndios é a estratégia que está a ser delineada para a prevenção e gestão florestal em que o Município de Proença-a-Nova imprimirá nova dinâmica em articulação com os novos diplomas que regulamentarão este importante setor pois a nossa Floresta é fonte inesgotável de riqueza”, considera João Lobo.
Depois da reunião em que se aprovou o POM 2016, o Município de Proença-a-Nova aprovou o Regulamento Municipal de Uso do Fogo e de Limpeza de Terrenos em que, entre outras regulamentações, se define que os proprietários que possuam terrenos privados dentro do espaço urbano “são obrigados a manter tais terrenos limpos e isentos de vegetação ou outros detritos que possam de alguma forma potenciar o perigo de incêndio, devendo proceder à gestão de combustíveis numa faixa de 50 m à volta daquelas edificações ou instalações, medida a partir da alvenaria exterior da edificação”.
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