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Região 10 de abril de 2017

Detidos três estrangeiros e notificados seis em situação ilegal na região Centro

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Três cidadãos estrangeiros a residirem ilegalmente em Portugal foram detidos e seis outros foram notificados para abandonarem voluntariamente o país, na sequência de uma operação efetuada pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) na região Centro.

Três cidadãos estrangeiros a residirem ilegalmente em Portugal foram detidos e seis outros foram notificados para abandonarem voluntariamente o país, na sequência de uma operação efetuada pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) na região Centro.

A operação, que envolveu cerca de duas dezenas de ações, desenvolvidas, “nos últimos dias”, nos distritos de Leiria, de Viseu e de Castelo Branco, visou diversos setores de atividade, refere o SEF numa nota enviada hoje à agência Lusa.

“Foram identificados 150 cidadãos estrangeiros, dos quais nove se verificou encontrarem-se em situação irregular em território nacional”, afirma aquela estrutura de segurança, que, no âmbito da mesma operação, também instaurou oito processos de contraordenação a entidades patronais.

Três daqueles cidadãos foram detidos por “permanência irregular no país”, enquanto os restantes seis foram objeto de “notificações para abandono voluntário de Portugal”, adianta o mesmo comunicado.

Se os cidadãos notificados para abandonarem o país não o fizerem durante o período estabelecido pelas respetivas notificações, serão “detidos e alvo de procedimento de afastamento coercivo”, adverte o SEF.

As cerca de duas dezenas de ações realizadas pelo SEF “visaram diversos setores de atividade”, como “estaleiros de construção civil, estabelecimentos de diversão noturna, terminais de transporte rodoviário, explorações florestais” e “pequeno comércio e restauração”, além de “ações na via pública”.

Este conjunto de “ações de rotina na zona Centro do país” foi direcionado para “o controlo da permanência de cidadãos estrangeiros, prevenção e repressão de fenómenos associados à exploração de trabalho ilegal e ilícitos criminais associados, designadamente o auxílio à imigração ilegal e tráfico de pessoas”, sublinha o SEF.

O SEF, que envolveu cerca de duas dezenas de inspetores nestas ações, “instaurou oito processos de contraordenação” às entidades patronais que “tinham ao seu serviço cidadãos em situação irregular, cujas coimas, no total, podem variar entre os 16 mil e os 80 mil euros”.

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