Por: Diario Digital Castelo Branco
Organizada pela Associação Amato Lusitano, a I Feira Social IN (Inovação), marcada para os dias 18 e 19 de novembro, vai promover o empreendedorismo na área social. O programa, apresentado esta terça-feira, conta com duas vertentes: um certame com stands, na Praça 25 de Abril, e um conjunto de palestras, na Biblioteca Municipal.
Organizada pela Associação Amato Lusitano, a I Feira Social IN (Inovação), marcada para os dias 18 e 19 de novembro, vai promover o empreendedorismo na área social. O programa, apresentado esta terça-feira, conta com duas vertentes: um certame com stands, na Praça 25 de Abril, e um conjunto de palestras, na Biblioteca Municipal.
De acordo com Luís Correia, presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, a Feira Social visa “apresentar projetos de inovação social, reforçando a interligação e trabalho em rede”, já que, esta é uma iniciativa que conta com diversos parceiros, nomeadamente o Centro de Empresas Inovadoras (CEI), o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), a Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) e a ACICB.
“Há aqui uma vertente muito forte de empreendedorismo”, ressalvou o autarca.
Arnaldo Brás, presidente da Associação Amato Lusitano, explicou que esta iniciativa está ligada ao projeto CLDS, desta associação, sendo uma das suas 28 ações.
“Pretende promover produtos e serviços de entidades e associações de forma a atrair mais investimento. Vamos ainda ter um encontro distrital de CLDS (Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Fundão, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão), um encontro que pretende trocar ideias e experiências”, adiantou Arnaldo Brás.
A Feira Social IN (Inovação) vai ainda contar com um concurso de empreendedorismo, em que entidades e associações vão poder apresentar projetos, tendo mentores disponíveis para a apresentação dos mesmos. O intuito é assim tornar real o projeto apresentado, criando assim diversos produtos e serviços, para isso, têm assim à disposição o apoio dos parceiros, anteriormente referidos.
Este concurso de empreendedorismo é visto com bons olhos pelos parceiros, nomeadamente por Paula Minhós, em representação da ACICB, que durante a apresentação desta iniciativa, frisou a importância do apoio dado aos empreendedores.
“Muitas vezes os empreendedores não são preparados para os projetos que apresentam, portanto, este concurso é um bom princípio”, disse.
Já Sónia Azevedo, que representava a Associação Empresarial da Beira Baixa, salientou as iniciativas que esta associação está a promover no apoio ao empreendedorismo, sendo este concurso, mais um auxílio.
“Queremos montar uma série de negócios, focar no saber-fazer das pessoas. Vamos identificar aqui [concurso de empreendedorismo] possíveis empreendedores para alavancar os seus negócios”, avançou Sónia Azevedo.
António Fernandes, vice-presidente do IPCB, adjetivou como “excelente” esta iniciativa, que pode assim estimular os estudantes a participar.
“Vamos disponibilizar recursos humanos e a nossa experiência. Por ano, recebemos mais de 800 alunos novos, cerca de 70% são estudantes deslocados e este tipo de iniciativas são essenciais, podendo assim ajudar a criar um efeito de sinergia. Recebemos 76 estudantes internacionais que podem trazer um valor acrescentado à feira. Este tipo de projetos podem estimular a vinda de estudantes para estudarem connosco”, justificou.
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