Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A associação ambientalista Quercus denuncia a existência de fenómenos de poluição e de erosão na albufeira de Santa Águeda, em Castelo Branco, em consequência das recentes movimentações de terra e destruição de carvalhais.
A associação ambientalista Quercus denuncia a existência de fenómenos de poluição e de erosão na albufeira de Santa Águeda, em Castelo Branco, em consequência das recentes movimentações de terra e destruição de carvalhais.
"A Quercus constatou no terreno [albufeira de Santa Águeda] o aparecimento de diversos fenómenos de contaminação em consequência das recentes movimentações de terra e destruição de carvalhais", referem, em comunicado, os ambientalistas.
Recentemente, a Quercus denunciou a retoma de obras junto à albufeira de Santa Águeda, que estão a destruir a biodiversidade e a ameaçar a qualidade da água que abastece milhares de cidadãos, uma situação que, já em 2014, havia sido denunciada depois de terem detetado um conjunto de obras em curso na área de proteção da albufeira.
"As primeiras chuvas, tal como a Quercus já tinha alertado, estão a provocar fenómenos de erosão e lixiviação, arrastando diversos tipos de matérias para a albufeira", lê-se no documento.
Os ambientalistas sublinham que já comunicaram a situação às autoridades competentes, nomeadamente à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), no sentido de haver uma atuação "breve e eficaz" de forma a combater estas ameaças à qualidade da água que abastece os cidadãos dos concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Ródão.
Exigem ainda a reposição da situação e identifica várias outras dezenas de crimes e violações na zona do Plano de Ordenamento da Albufeira de Santa Águeda e Pisco (POASAP).
A Quercus já comunicou às autoridades competentes, nomeadamente à APA (Agência Portuguesa do Ambiente), no sentido de uma atuação breve e eficaz de forma a combater estas ameaças à qualidade da água que abastece milhares de cidadãos dos concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Ródão.
A albufeira de Santa Águeda tem um plano de ordenamento, em vigor desde 2005, onde estão definidas várias faixas de proteção com o respetivo zonamento para salvaguardar a integridade e qualidade do local e consequentemente da água de abastecimento publico.
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