Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB) considera que a solução provisória encontrada para as instalações do Tribunal de Trabalho da Covilhã, que durante anos funcionou num edifício sem condições, não pode passar a definitiva.
A União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB) considera que a solução provisória encontrada para as instalações do Tribunal de Trabalho da Covilhã, que durante anos funcionou num edifício sem condições, não pode passar a definitiva.
Em nota de imprensa enviada à agência Lusa, a USCB explica que visitou o espaço no qual funciona atualmente aquele tribunal (no mesmo edifício do Tribunal Judicial) e assume que o mesmo "assegura melhores condições que aquelas que existiam nas anteriores e degradadas instalações", mas também ressalva que "não responde às reais necessidades" e que não pode deixar de ser apenas uma solução de recurso.
"Não garante a visibilidade e identidade do Tribunal de Trabalho e a sala de audiências criada para o efeito não tem a dignidade que o ramo do Direito do Trabalho merece. Assim, a USCB/CGTP-IN considera que a solução é provisória e é precária e, assim sendo, não pode transformar-se em definitivamente provisória", fundamenta.
Esta estrutura sindical também considera "lamentável" que ainda se mantenha o diferendo judicial que divide a Câmara Municipal da Covilhã e a associação Rude e o qual tem inviabilizado a mudança do referido tribunal para a antiga Casa dos Magistrados.
"Apelamos ao senhor presidente da Câmara e ao senhor presidente da Rude para que se sentem e encontrem uma solução que respeite os interesses da região e de todos a quem o Tribunal é especialmente dirigido", afirma.
A USCB reitera ainda a disponibilidade para, "dentro das suas humildes possibilidades", dar os "contributos que se considerem possíveis e necessários" para se "ultrapassar o impasse e instalar dignamente o Tribunal de Trabalho da Covilhã".
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