Por: Diario Digital Castelo Branco
Na reunião pública da Câmara Municipal da Covilhã, de 17 de Junho, os vereadores Pedro Farromba e Nuno Reis, perante a proposta de um protocolo de colaboração entre a Câmara da Covilhã e a Mutualista Covilhanense, escolheram a abstenção como sentido de voto.
Na reunião pública da Câmara Municipal da Covilhã, de 17 de Junho, os vereadores Pedro Farromba e Nuno Reis, perante a proposta de um protocolo de colaboração entre a Câmara da Covilhã e a Mutualista Covilhanense, escolheram a abstenção como sentido de voto.
A par da abstenção os dois vereadores declararam ter dúvidas sobre o protocolo que prevê a condução da Unidade Móvel de Saúde da Mutualista Covilhanense por um motorista habilitado para o efeito cedido pela autarquia, que também suportará as despesas com o fornecimento de combustível à viatura que vai, inicialmente, efetuar cinco itinerários pelo concelho da Covilhã.
Constatando-se a existência de dúvidas levantadas pelos vereadores Pedro Farromba e Nuno Reis, a Direção da Mutualista Covilhanense convidou desde o dia 20 de Junho de 2016 os dois vereadores para uma reunião onde esta Direção se disponibiliza a responder a todas as questões para que nenhuma dúvida subsista, refere o comunicado enviado ao Diário Digital Castelo Branco.
Foi com espanto que fomos informados pelo vereador Pedro Farromba da recusa em querer participar em qualquer reunião, preferindo manter as dúvidas sobre a cedência de um motorista da autarquia e de combustível para a Unidade Móvel de Saúde que servirá o concelho da Covilhã.
O vereador Nuno Reis não respondeu ao convite preferindo utilizar outros meios onde cobiça o protocolo e onde se confirma que “fala do que não sabe” nem “não sabe do que fala”.
Aos dois vereadores assiste-lhes o direito a terem dúvidas sobre a cedência de um motorista e combustível para a Unidade Móvel de Saúde. Não quererem ser esclarecidos já é uma opção.
O voto dos vereadores Pedro Farromba e Nuno Reis representa pois a sua visão sobre um protocolo de forte impacto social como é o da Unidade Móvel de Saúde e só o desconhecimento da mesma e da realidade do concelho nos permite entender a postura destes dois vereadores. Ou então, trata-se de mais um episódio de perseguição política já ensaiado noutras alturas.
Presume-se que pela primeira vez neste mandato dois eleitos têm esta postura na votação de um protocolo de tão significativo impacto social. Uma postura que deve preocupar todas as instituições sociais do concelho da Covilhã, pois podem encontrar nestes dois eleitos dúvidas sobre o trabalho social que desenvolvem.
A Mutualista Covilhanense granjeou ao longo dos seus 86 anos de existência uma identidade própria baseada em fins altruístas, é uma instituição aberta a todos e para todos, e é nesse espírito de cooperação e entreajuda que dá a quem precisa e recebe de quem quer dar, abnegadamente. Por tudo o que aqui se expõe, percebe-se que os vereadores Pedro Farromba e Nuno Reis não cabem na frase anterior.
A Direção da Mutualista Covilhanense considera muito importante informar por escrito os seus 3000 associados, parceiros e utentes da Unidade Móvel de Saúde da postura dos vereadores Pedro Farromba e Nuno Reis. Garante ainda que não há dúvidas sobre a entrada em funcionamento da Unidade Móvel de Saúde.
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