Por: Diario Digital Castelo Branco
O Tribunal de Idanha-a-Nova condenou o homem que matou um cão em Monsanto, em março de 2015, a 240 dias de multa à taxa diária de oito euros, por dano agravado por uso de arma de fogo.
O Tribunal de Idanha-a-Nova condenou o homem que matou um cão em Monsanto, em março de 2015, a 240 dias de multa à taxa diária de oito euros, por dano agravado por uso de arma de fogo.
O tribunal condenou ainda José França Gouveia a uma pena acessória de um ano de interdição de uso e porte de arma e a um pagamento aos donos do cão: 700 euros por danos patrimoniais e 3.300 euros por danos não patrimoniais.
O escriturário das Finanças, reformado, estava acusado de um crime de dano agravado sobre bem móvel por ter alegadamente matado um cão que entrou na sua propriedade, em Monsanto.
Já o dono do cão, acusado de um crime de ameaça agravada e cinco crimes de injúria, foi condenado a uma pena única de 280 dias de multa à taxa diária de 7,5 euros.
José Diogo Castiço terá ainda que pagar 1.500 euros a José França Gouveia por danos não patrimoniais.
O advogado de defesa de José França Gouveia não prestou quaisquer declarações à comunicação social.
Já a defesa de José Diogo Castiço informou que vai recorrer da condenação do seu assistente e que, quanto à condenação do homem que matou o cão, vai, em primeiro lugar, analisar o acórdão.
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