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País 18 de fevereiro de 2016

Castelo Branco: BE questiona Governo sobre medidas para suprir falta de médicos no Distrito

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O Bloco de Esquerda (BE) quer saber quais a medidas que o Governo está a adotar para que todos os utentes das unidades de saúde de proximidade na região das Beiras tenham médico de família.

O Bloco de Esquerda (BE) quer saber quais a medidas que o Governo está a adotar para que todos os utentes das unidades de saúde de proximidade na região das Beiras tenham médico de família.

Numa pergunta dirigida ao Ministério da Saúde, subscrita pelos deputados José Manuel Pureza e Moisés Ferreira e enviada à agência Lusa, os bloquistas também questionam quantos clínicos são necessários para que os utentes daquela zona do país tenham médico de família.

“De acordo com informações do presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, a região das Beiras tem mais de cem mil utentes sem médico de família”, referem os deputados.

As pessoas sem médico de família têm mais dificuldade em "aceder aos cuidados de saúde de que necessitam” e ao “importante acompanhamento que advém da relação terapêutica e de confiança" com aquele clínico, sublinha o BE.

A população das Beiras, “no que concerne a cuidados de saúde primários”, é servida pelas unidades de saúde de proximidade, que integram as unidades locais de saúde (ULS) de Castelo Branco e da Guarda” e os agrupamentos de centros de saúde (ACES) do Baixo Mondego, do Baixo Vouga, da Cova da Beira, de Dão Lafões, do Pinhal Interior Norte e do Pinhal Litoral.

“É fundamental conhecer a extensão do problema da falta de médicos de família nesta região, bem como aferir quais as medidas que estão a ser implementadas para fazer face a esta situação, permitindo a efetivação do direito a que cada pessoa tenha um médico de família”, sustentam os bloquistas no mesmo documento.

Os deputados também questionam qual deveria ser o quadro de pessoal (médicos, enfermeiros e assistentes operacionais, entre outros) daquelas duas ULS e daqueles seis ACES e de quantos profissionais dispõem, em que condições – “através de contrato de emprego inserção (CEI) ou contrato de emprego inserção+ (CEI+)”? – e quais as funções que desempenham.

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