Por: Diario Digital Castelo Branco
O ex-primeiro-ministro José Sócrates, detido no estabelecimento prisional de Évora no âmbito da «Operação Marquês», disse em interrogatório que não contratou o seu advogado habitual, Daniel Proença de Carvalho, porque este não cobrava honorários; apenas as custas dos processos.
O ex-primeiro-ministro José Sócrates, detido no estabelecimento prisional de Évora no âmbito da «Operação Marquês», disse em interrogatório que não contratou o seu advogado habitual, Daniel Proença de Carvalho, porque este não cobrava honorários; apenas as custas dos processos. Dias depois, recomendou o causídico ao seu motorista, quando este foi detido, apurou o jornal i junto de fontes próximas do processo.
Segundo as mesmas fontes, foi esta razão dada por Sócrates para não optar por Proença de Carvalho. Mas, sublinhe-se, foi para este advogado que o antigo governante reencaminhou o seu motorista, João Perna, quando foi informado de que este tinha sido detido, a 20 de Novembro.
O jornal i avança ainda esta segunda-feira que a chamada que informou Sócrates da detenção de Perna foi feita por uma funcionária da sede do PS) Maria João, que já havia sido secretária do ex-primeiro-ministro quando este trabalhava na Octapharma.
A secretária foi avisada da detenção do motorista pela irmã do mesmo, Paula Perna, também funcionária do partido. Quando Maria João ligou para Sócrates, este aconselhou logo a que se ligasse para o escritório de Proença de Carvalho.
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