Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Segundo Trinidad Jiménez, a saída do ditador líbio do país ainda é “juridicamente viável”, visto “não haver acusação formal ou mandado de captura” contra Kadhafi.
Em entrevista ao El País, antes da conferência internacional de hoje em Londres que analisará a situação na Líbia e onde a chefe da diplomacia de Madrid participa, Jiménez disse que “a prioridade continua a ser um cessar-fogo imediato” para a Líbia.
“Quando se consiga, e depois de ser verificado pelas Nações Unidas, terá que se analisar o que ocorrerá depois”, disse, afirmando que a resolução da ONU procura “facilitar um diálogo que conduza às reformas políticas necessárias para uma solução pacífica e duradoura”.
E ainda que a resolução não mencione expressamente à queda de Kadhafi, Jiménez destaca o facto de considerar que a solução “tem que responder às exigências legítimas do povo líbio”.
O Presidente americano, Barack Obama “expressou isso muito bem quando disse que Kadhafi não é um objetivo militar mas sim um objetivo político”.
Jiménez considerou que o objetivo da comunidade internacional, com a sua intervenção na Líbia, é “manter acima de tudo a integridade territorial” do país, sendo que alguns países já estão a reconhecer, de facto, o Conselho Nacional de Transição como interlocutor válido.
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