Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Os três reclusos que fugiram do Estabelecimento Prisional de Castelo Branco, ferindo três guardas prisionais, têm um “grau de perigosidade” disse à Lusa fonte do Sindicato Independente do Corpo de Guardas Prisionais (SICGP).
Os três reclusos que fugiram do Estabelecimento Prisional de Castelo Branco, ferindo três guardas prisionais, têm um “grau de perigosidade” disse à Lusa fonte do Sindicato Independente do Corpo de Guardas Prisionais (SICGP).
De acordo com Júlio Rebelo, do SICGP, “o corpo da guarda está bastante preocupado com o grau de perigosidade dos reclusos”.
Os três reclusos, adiantou Júlio Rebelo, fugiram pelas 19h00, quando era feita a “passagem para o jantar”, que acontece junto à portaria da prisão.
Os três homens “aproveitaram a situação” para fugir, tendo usado de “extrema violência para com três elementos do corpo da guarda”, dois homens e uma mulher, que foram transportados para o hospital.
Segundo Júlio Rebelo, nas agressões foi utilizada pelos reclusos uma chave de fendas. Além disso, “um dos guardas, depois de agredido, foi fechado numa arrecadação”.
O sindicalista sublinhou que o estabelecimento prisional de Castelo Branco “tem uma falta de guardas bastante acentuada”.
Os reclusos , um de 49 anos, de Gavião, distrito de Castelo Branco, um de 55 anos, do Fundão, também no distrito de Castelo Branco, e um outro de 27 anos, de Sousel, concelho de Avis, no distrito de Portalegre – evadiram-se do estabelecimento prisional de Castelo Branco.
De acordo com Júlio Rebelo, do SICGP, “o corpo da guarda está bastante preocupado com o grau de perigosidade dos reclusos”.
Até cerca das 22h45m, constatou a Lusa no local, vários carros entraram e saíram do estabelecimento prisional, alguns identificados, outros não.
Todas as pessoas que entraram e saíram daquela prisão até essa hora recusaram-se a prestar declarações ou a identificar-se.
Várias pessoas que vivem perto da prisão foram para a rua, depois de terem tido conhecimento do sucedido através da televisão.
O proprietário de um café situado junto à cadeia, Carlos Pereira, disse à Lusa que não viu nem ouviu nada, tal como Paulo Mateus, que vive em frente ao estabelecimento prisional.
Estes dois homens, tal como um outro, Fernando Santos, dirigiram-se para a rua depois de terem sabido do ocorrido “pela televisão, quando passou em rodapé”.
Até ao momento não foi possível obter declarações dos responsáveis pela prisão de Castelo Branco.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet