Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Falando na Sala Oval, ao lado da primeira-ministra australiana, Julia Gillard, Obama advertiu que os Estados Unidos e os seus aliados da NATO ainda estão a analisar a opção militar para parar o que designou de violência “inaceitável” realizado por apoiantes do líder líbio Muammar Kadhafi.
Aviões líbios lançaram hoje vários ataques a combatentes da oposição no segundo dia da intensificação da contra-ofensiva das forças leais a Kadhafi para impedir os rebeldes de avançarem na direção de Tripoli.
“Quero mandar uma mensagem muito clara aos que estão próximos do coronel Kadhafi. É sua a escolha de como operam e serão responsabilizados por qualquer violência que continue a ocorrer”, disse Obama.
Os Estados Unidos já enviaram para a Líbia 10 milhões de dólares (cerca de sete milhões de euros) em ajuda humanitária.
Centenas, senão milhares de pessoas morreram desde o início da revolta na Líbia, embora duras restrições aos media tornem quase impossível conseguir um número exato. Mais de 200.000 abandonaram o país, criando uma crise humanitária na zona da fronteira com a Tunísia.
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