Música: Festival Seia Jazz & Blues começa hoje com edição mais curta este ano

A VII edição do festival Seia Jazz & Blues, que vai decorrer entre hoje e sábado, terá este ano a duração reduzida de dois para um fim de semana, disse hoje à agência Lusa o diretor do festival, António Ferro.

  • Cultura
  • Publicado: 2011-02-24 08:24
  • Autor: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

“Questões orçamentais ditaram que este ano tivéssemos de reduzir o festival para apenas um fim de semana”, mas “tudo fizemos para manter a qualidade a que habituámos os nossos espetadores”, afirmou.

Da programação o responsável destaca a “grande qualidade” dos dois convidados: André Sarbib, “um dos músicos mais prestigiados da cena portuguesa na área do Jazz” que sobe ao palco na sexta-feira, e Chris Jagger, irmão do mítico vocalista dos Rolling Stones, Mick Jagger, que será acompanhado por Jim Mortimore (guitarra e baixo), Charlie Hart (Teclados, acordeão e violino) e Malcolm Mortimore (bateria), na noite de sábado.

O músico inglês traz a Seia os sons do “Canjun”, um estilo de música característico da cidade norte-americana de Nova Orleães.

Para Mário Branquinho, outro responsável pela organização, “o festival Internacional de Jazz & Blues de Seia, tem vindo a crescer em termos de qualidade artística, assim como de público, cimentando-se como um dos principais festivais de jazz do interior do país".

Pelo Seia Jazz & Blues já passaram nomes tão emblemáticos como, The Animals, Richard Galliano (2010), Bob Sands Big Band (2009), Down Home (2008), Ivan Paduart trio com Margitza (2007), Henri Texier (2006) ou Enrico Rava Quintet 2005).

Os músicos portugueses são também uma presença constante nas várias edições do festival, por onde já passaram nomes como Maria Viana, Maria João e Mário Laginha, Jacinta, Tangetz Trio, Sexteto Mário Barreiros, Paula Oliveira, Gileno Santana Quartet e este ano Andre Sarbib.

O festival tem feito desde sempre uma aposta na captação de novos públicos, sobretudo nas camadas mais jovens, com atividades paralelas como “O jazz vai à escola”, vários “workshops” e “Jam sessions” e uma feira de livros e “CD’s”.

Estas atividades são para a organização "uma forma de colocar frente a frente artistas de reconhecido valor com músicos e público, criando uma apetência artística com um promissor futuro de desenvolvimento e de crescimento, tão indispensável à região", afirmou Mário Branquinho.

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