Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Câmara de Proença-a-Nova anunciou hoje que vai questionar a Direção-Geral da Administração Local, para saber que o que fazer, depois de a hasta pública para alienação da empresa municipal Proençatur ter ficado deserta.
A Câmara de Proença-a-Nova anunciou hoje que vai questionar a Direção-Geral da Administração Local, para saber que o que fazer, depois de a hasta pública para alienação da empresa municipal Proençatur ter ficado deserta.
A alienação da empresa municipal Proençatur, detentora do Hotel das Amoras, por um preço base de 700 mil euros, foi decidida a 25 de fevereiro pela Assembleia Municipal de Proença-a-Nova.
Hoje, em comunicado, a Câmara Municipal informou que “irá agora questionar a Direção-Geral da Administração Local sobre os próximos passos a dar, já que a decisão de venda decorreu da imposição prevista no novo regime jurídico da atividade empresarial local, que prevê a extinção de empresas que apresentem prejuízo em três anos consecutivos”.
“Com um valor base de 700 mil euros, a hasta pública abrangia não apenas o imóvel do Hotel das Amoras, mas a empresa no seu todo, ficando salvaguardados os direitos de antiguidade dos funcionários. Entre as obrigações contratuais de compra, previa-se a manutenção da classificação do hotel pelo período mínimo de cinco anos”, segundo o mesmo comunicado.
Em fevereiro, na Assembleia Municipal, foi explicado que a decisão da venda foi sugerida por "um estudo encomendado a uma empresa de consultoria".
A proposta de alienação foi aprovada por unanimidade, com uma declaração de voto do deputado Jorge Tomé (PSD), que lamentou o desfecho do processo "numa fase em que as condições de mercado e a lei não deixam margem para outras soluções".
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