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Região 26 de junho de 2013

Castelo Branco: Quatro concelhos do distrito em risco "máximo" de incêndio

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Vinte e oito concelhos dos distritos de Faro, Santarém, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Leiria, Porto, Braga e Vila Real estão hoje sob risco “máximo” de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

 

Vinte e oito concelhos dos distritos de Faro, Santarém, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Leiria, Porto, Braga e Vila Real estão hoje sob risco “máximo” de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Às 07:15 de hoje, o site do IPMA dava conta de 28 concelhos com risco “máximo” de incêndio, um no distrito de Faro, dois em Santarém, quatro em Castelo Branco, cinco na Guarda, oito em Viseu, dois em Aveiro, três no Porto, um em Braga e dois em Vila Real.

De acordo com o IPMA, há também vários concelhos de quase todo o país em risco “alto e “muito alto” de incêndio.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, variando entre "reduzido" e "máximo”.

O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 de cada dia da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.

Na terça-feira, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) registou 104 fogos que foram combatidos por 1.613 operacionais, com o auxílio de 426 veículos.

A ANPC colocou em alerta amarelo todos os distritos de Portugal Continental, devido ao risco elevado de incêndio provocado pelo tempo quente e seco.

Num comunicado, a Proteção Civil adiantou que o alerta amarelo foi acionado às 14:00 de segunda-feira e prolonga-se até às 23:59 de hoje.

Segundo a ANPC, o alerta amarelo, segundo nível menos grave de uma escala de quatro, foi acionado, tendo em conta as previsões meteorológicas de tempo quente e seco, o que impõe as medidas preventivas necessárias para diminuir o risco de incêndio.

O alerta amarelo pressupõe o reforço da monitorização e a intensificação, por parte do dispositivo de combate a incêndios florestais, de ações preparatórias com vista ao aumento do grau de prontidão, refere a nota da ANPC.

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