Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Os portugueses acham útil, mas procuram menos a ajuda dos psicólogos ou reduzem o tempo da terapia devido à crise, acabando por recorrer mais aos médicos de família, conclui um estudo da DECOProteste.
Os portugueses acham útil, mas procuram menos a ajuda dos psicólogos ou reduzem o tempo da terapia devido à crise, acabando por recorrer mais aos médicos de família, conclui um estudo da DECOProteste.
Ao mesmo tempo que aumenta as situações de ansiedade ou problemas emocionais, a crise económica afeta o Serviço Nacional de Saúde (SNS), onde o tempo de espera para a primeira consulta de psicologia é de um mês e os contactos passam a ser mensais em 70% dos casos, o que «é pouco», disse à agência Lusa o coordenador do trabalho, Osvaldo Santos.
O estudo, a ser divulgado na próxima edição da revista Proteste, também refere que, neste contexto, os médicos de família acabam por ser o recurso mais procurado e 19% dos inquiridos pediram ajuda ao seu clínico, percentagem mais elevada do que a registada no anterior inquérito (11%), em 2002.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet