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Lusofonia 31 de março de 2013

Amílcar Cabral foi um homem prepotente e mandou executar muita gente - Cabo Verde

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O líder histórico da União do Povo das Ilhas de Cabo Verde (UPICV), partido hoje inativo, considerou que Amílcar Cabral era um homem «prepotente», pois «não respeitava» a personalidade coletiva do povo, e mandou executar muita gente. O líder histórico da União do Povo das Ilhas de Cabo Verde (UPICV), partido hoje inativo, considerou que Amílcar Cabral era um homem «prepotente», pois «não respeitava» a personalidade coletiva do povo, e mandou executar muita gente.

Afastado da vida político-partidária há mais de duas décadas, José Leitão da Graça, hoje com 81 anos, lembrou que a ideia da unidade entre Cabo Verde e a Guiné-Bissau, que sempre recusou, «trouxe males» para os dois Estados e isso não entrava na cabeça do «pai» das independências cabo-verdiana e guineense.

«Amílcar Cabral estava a conduzir uma luta armada fecunda na Guiné-Bissau, o que o levou a tornar-se num «senhor todo-poderoso», mandando, inclusive, fuzilar muita gente por dá cá toma aquela palha», disse, numa entrevista à agência Inforpress.

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