Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Governo português elogiou a nomeação de José Ramos-Horta para representante especial do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau, esperando que o mandato do ex-Presidente timorense contribua para “ultrapassar a instabilidade político-militar” no país africano lusófono.
O Governo português elogiou a nomeação de José Ramos-Horta para representante especial do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau, esperando que o mandato do ex-Presidente timorense contribua para “ultrapassar a instabilidade político-militar” no país africano lusófono.
Em comunicado enviado à Lusa, o Ministério dos Negócios Estrangeiros português “congratula-se com a decisão” para “o exigente cargo”, anunciada na segunda-feira.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, decidiu nomear o ex-Presidente de Timor-Leste e Prémio Nobel da Paz para seu representante especial na Guiné-Bissau e chefe do UNIOGBIS (Escritório Integrado das Nações Unidas na Guiné-Bissau), com efeitos a partir de 01 de janeiro.
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