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Região 27 de novembro de 2012

Covilhã: Carlos Pinto responde a Esgalhado, a quem acusa de primária vaidade

Por: Diario Digital Castelo Branco

O autarca Covilhanense , Carlos Pinto, respondeu já hoje em comunicado às declarações proferidas ontem, em conferencia de imprensa por João Esgalhado. Carlos Pinto pede desculpa aos Covilhanenses, "por ter proposto este individuo para vereador, nas últimas eleições. "

O autarca Covilhanense , Carlos Pinto, respondeu já hoje em comunicado às declarações proferidas ontem, em conferencia de imprensa por João Esgalhado.

Carlos Pinto pede desculpa aos Covilhanenses, "por ter proposto este individuo para vereador, nas últimas eleições." continua o autarca "Levei, deste modo, os cidadãos que em mim confiaram, a saber, agora, tratar-se de alguém que revela visível falta de qualidade pública, imaturidade política e inconsciência da responsabilidade da função".

Para o autarca as declarações que João Esgalhado proferiu em conferência de imprensa, "são reveladoras de quem, há muito, se limitava a andar pela Câmara, como mero funcionário, não se apercebendo da realidade actual e do muito que mudou no municipalismo em Portugal".

Carlos pinto explica no comunicado que uma realidade complexa e exigente, dada a própria situação do país, obrigou a uma completa alteração de pressupostos de gestão municipal, quer no ritmo de novas iniciativas, quer na adequação financeira.

"Esta ignorância, de quem nunca participou do centro nevrálgico da Câmara, está na origem dos maiores e mais desbocados dislates e ataques pessoais que me dirigiu ontem. Acresce, a desilusão por não lhe ter reconhecido categoria para ser vice-presidente permanente e, ainda, lhe ter recusado apoio ou tolerar pelo silêncio, como desejava, uma sua candidatura às próximas eleições autárquicas, dada a sua notória impreparação política e falta de estatura para o cargo".

O autarca recorda que em quase trinta anos de vida política municipal, na Assembleia e na Câmara, na liderança da realização de mudanças profundas no Concelho, "não me lembro, em cinco executivos a que presidi, de tal inexistência política. Apenas a boa-vontade, temperada com enorme esforço, permitiu que aqui se chegasse."

Termina o comunicado assumindo  por inteiro a culpa de, "só agora ter posto um ponto final, mas todos temos o direito ao erro. Aqui confesso publicamente o meu, que procurei emendar retirando-lhe, na passada semana, as reduzidas missões de que dispunha".

Quanto à "ameaça" do vereador de continuar na câmara, Carlos Pinto considera-a "uma atitude politicamente abusiva, auto-atribuindo-se legitimidade política pessoal, a única e sua, sem ter em conta as circunstâncias que o levaram a vereador, sem nunca ter dado um passo de afirmação pública. Tal é revelador da mais primária vaidade, querendo manter-se no palco da vereação sem funções".

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