25 de Abril: Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova transmitiu mensagem de esperança em tempo de pandemia

“Os valores do 25 de Abril não podem ser dados como adquiridos, por isso, hoje os evocamos para que estejam presentes no dia-a-dia e os possamos transmitir aos nossos filhos e netos, que não viveram os tempos antes de Portugal conquistar a Liberdade”, afirmou Armindo Jacinto. 

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  • Publicado: 2020-04-27
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco

A mensagem foi deixada pelo Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, na cerimónia evocativa do 46º aniversário do 25 de Abril, este ano condicionada pelas medidas de distanciamento social impostas pela pandemia Covid-19.

As comemorações da “Revolução dos Cravos” foram, assim, transmitidas via Internet, na manhã de 25 de abril, para permitir a todos os idanhenses e amigos de Idanha-a-Nova assistir ao tradicional hastear da bandeira no edifício dos Paços do Concelho, com a presença do Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, do Presidente da Assembleia Municipal, João Dionísio, e do Presidente da União de Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes, Vítor Mascarenhas.

O momento teve acompanhamento musical por João Abrantes, maestro da Filarmónica Idanhense, que interpretou o Hino Nacional e, posteriormente, a emblemática ‘Grândola, Vila Morena’ de Zeca Afonso.

Em nome do Executivo Municipal, Armindo Jacinto destacou a importância de não se deixar de celebrar “a conquista da Liberdade, mesmo que de forma mais singela que o habitual, perante este período difícil para Portugal e para todo o Mundo”.

O presidente da Câmara de Idanha-a-Nova deixou uma mensagem de esperança: “Cada um de nós tem um papel importante para ultrapassarmos, em conjunto, esta pandemia. Tenho convicção que a ciência vai encontrar uma solução, designadamente uma vacina, que venha a permitir o regresso à normalidade”.

“Por agora”, acrescentou Armindo Jacinto, “temos de nos adaptar às circunstâncias e proteger-nos da Covid-19. A cerimónia simples que assinalou o 25 de Abril em Idanha-a-Nova visou evocar de forma simbólica e segura esse momento tão importante da nossa democracia e da nossa história, que trouxe aos portugueses a Liberdade”.

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